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Cursos para gestantes e casais

Os cursos preparatórios para gestantes e casais, pretendem orientar sobre o ciclo gestacional, com enfoque na preparação para o parto natural e a boa experiência de parto, num país que atinge a marca de 90% de cesareanas na rede privada. Buscamos mostrar que existem alternativas para se ter um bom parto.
Preparam também para a chegada do recém-nascido, de forma que esse período de adaptação seja mais tranquilo para os pais e os outros membros da família.
Os cursos podem ser em grupo ou individuais e são divididos nos seguintes módulos:

* Gestação consciente e escolhas informadas (módulo I) - indicado para gestantes com idade gestacional de até 30 semanas, o curso orienta os casais sobre as escolhas, baseadas em evidências, para a gestação e parto saudáveis, como:

- Orientações para gestação tranquila e saudável
- Os tipos de parto
- Vantagens e desvantagens de procedimentos médicos
- Panorâma do parto no Brasil
- O que é uma doula e o qual o seu papel
- Orientação e auxilio na elaboração do plano de parto
- Dicas de como evitar uma cesarena desnecessária.

Carga horária: 5h (domiciliar ou em grupo)

* Preparação para o parto ( curso intensivo) - indicado para gestantes à partir da trigésima semana de gestação, o curso trabalha questões do primeiro módulo, orientando nas escolhas sobre o parto, as vantagens e desvantagens de procedimentos médicos e a elaboração do plano de parto e, num segundo momento (módulo II), trabalha:
- Anatomia e fisiologia do parto - como nascem os bebês?
- O trabalho de parto, na prática: a "dor" do parto, o alívio da "dor", a participação do pai e os direitos protegidos por lei.

Carga horária: 10 h (realizado em dois dias seguidos). A gestante que fez o módulo I, pode fazer apenas o módulo II, com carga horária de 5h. Domiciliar ou em grupo.

*Pós-parto e cuidados com o bebê (módulo III) - este módulo trabalha:

- Recepção ao recém-nascido, logo após o parto
- Planejamento do pós-parto mais tranquilo
- Cuidados básicos (higiene/coto umbilical, segurança, etc.)
- A participação do pai e da família
- A amamentação nos primeiros dias
- O sono, o choro e possíveis incovenientes
- A importância do toque - vincúlo mãe-pai-bebê

Carga horária: 5 h (individual ou em grupo).

Para informações e agendamentos, entre em contato:
gisele_muniz@yahoo.com.br ou (21)2616-0357/9931-9923




sexta-feira, 7 de maio de 2010

Parto na água


(foto do parto na água de Gabriel, filho de Nélia, nascido no Recife)


Essa matéria foi publicada na revista eletrônica Guia do Bebê, da uol, pela obstetra humanista Melania Amorim. O link está no final da postagem.

PARTO NA ÁGUA

Muito tem se debatido sobre o parto na água: é seguro? Quais as vantagens? Há
maior risco de infecção? Quais os riscos para o bebê? Existem
contra-indicações? O fato é que cada vez essa modalidade de parto tem se tornado
disponível em diversas maternidades e pode representar também uma opção para os
partos domiciliares (1).

A imersão em água durante o trabalho de parto tem sido referendada como um
método útil para o alívio da dor do parto. Uma revisão sistemática disponível na
Biblioteca Cochrane avalia a imersão em água durante o primeiro e o segundo
estágios do parto (dilatação e expulsão, respectivamente) (2). Foram incluídos
11 ensaios clínicos randomizados (ECR) , dois dos quais avaliaram a imersão em
água durante o período expulsivo. Nos ECR avaliando a imersão em água durante a
fase de dilatação, observou-se significativa redução da dor e decréscimo da
necessidade de analgesia farmacológica (peridural ou combinada). Os autores
sugerem que a imersão em água durante o primeiro estágio do parto pode ser
recomendada para parturientes de baixo-risco (2).

Nos dois ensaios clínicos avaliando o segundo estágio, ou seja, o parto
assistido na água, não houve aumento do risco de desfechos maternos e neonatais
adversos e verificou-se aumento da satisfação materna (3,4). No entanto, devido
ao pequeno número de casos (240) e ao fato de várias mulheres randomizadas para
ter parto na água na verdade pariram fora da água, não foi possível, as
informações foram limitadas e os autores da revisão sistemática comentam que as
evidências são insuficientes para recomendar ou contra-indicar o parto na água.
Um outro ensaio clínico randomizado foi publicado depois desta revisão
sistemática (5) e os seus resultados devem em breve ser incorporados, podendo
gerar novas conclusões: neste estudo, verificou-se, além da redução da
necessidade de analgésicos, menor duração do parto e redução do risco de cesárea
no grupo que teve o parto na água.
Continua no link
http://guiadobebe.uol.com.br/parto/parto_na_agua1.htm

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